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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Pré-lançamento - "RELÓGIO “ÚNICO” monoponteiro

No próximo dia de dezembro, 2017, SAVE THE DATE,  ao o longo de anos “Amigos do Museu” e colecionadores pediram que o Museu lhes conseguisse relógios “impares” a valores que não elitistas! 

O relógio INVEЯSO foi e é um exemplo desde 2007… em 2016 apresentamos o VINTE4… e em 2017 apresentamos outra forma impar de ver as horas… com um ÚNICO ponteiro! Tal projeto só foi possível fruto de três parcerias criadas pelo Museu com grupo suíço “Franck Muller International BV”, a manufactura “Luch-Minsk Watch Plant” (Bielorrússia) e a“Hirsch” (Áustria).  O ponteiro das horas é ÚNICO, isto é, o mostrador está fraccionado em 12h e entre as horas temos a fracção de cada 5 minutos e de cada 15 minutos! (Fonte: Museu do Relógio). 

< Movimento mecânico, cal.1801 (15 rubis)
< Corda c/ autonomia +/- 38h
< Caixa Crómio 38mm + Vidro Mineral
< Pulseira 20mm HIRSCH em pele tipo camurça em côr Negra ou Mostarda
< Possibilidade upgrade pulseira de aço em malha Milanesa (+€35), ideal para quem transpira muito
< Estojo de pele genuína branca Exclusivo Museu
< Uma prenda incomparável e memorável !!!

domingo, 19 de novembro de 2017

sambista Lápis ganha nova exposição


O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) apresenta na segunda-feira (20), às 19h, a exposição Todas as pontas do Lápis, em homenagem ao cantor e compositor paranaense Palminor Rodrigues Ferreira (1943-1978), o Lápis. 

Na data da abertura e em 30 de novembro haverá pocket show com artistas locais apresentando as canções do repertório do sambista. A mostra integra o Mês da Consciência Negra da Secretaria de Estado da Cultura e permanece até 18 de fevereiro de 2018. A entrada é gratuita. 

A exposição ocupará todas as salas do museu e contará a trajetória de vida e obra do compositor paranaense. Estarão expostos o violão do artista, objetos de uso pessoal, discos, partituras e manuscritos de suas canções. Haverá também uma projeção em vídeo com depoimentos de amigos, parentes e parceiros, além de um ambiente interativo com o cenário de um bar, local preferido e que serviu de grande inspiração para o sambista.

O ARTISTA - Palminor Rodrigues Ferreira nasceu em Curitiba em 5 de outubro de 1943, caçula de 21 irmãos. Sempre gostou de cantar e aos 11 anos já tocava pandeiro na Rádio Marumbi. Aos 18 anos compôs seu primeiro sucesso: “Vestido Branco”.

Morou alguns anos no Rio de Janeiro onde desenvolveu trabalhos em parceria com grandes nomes, como Eliana Pittman. Também se tornou conhecido por suas apresentações em festivais de música e programas de TV. Retornou a Curitiba em 1974, dando continuidade a sua carreira. Morreu quatro anos depois devido a um problema cardíaco congênito.

Serviço

Abertura da exposição Todas as Pontas do Lápis
20 de novembro de 2017, às 19h
Período expositivo: até 18 de fevereiro de 2018
Entrada gratuita
Museu da Imagem e do Som do Paraná
Rua Barão do Rio Branco, 395 – Centro - Curitiba
Visitação: terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h

sábado, 18 de novembro de 2017

Governador Valadares (MG) ganha Praça CEU

Em um único lugar, aberto à população, programas e ações culturais, esportivas, educacionais, socioassistenciais e de lazer. 
Foto: Prefeitura de Governador Valadares

Esse é o retrato de um Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), programa do governo federal coordenado pelo Ministério da Cultura (MinC). Nesta sexta (17), uma unidade do CEU será inaugurada no município de Governador Valadares, em Minas Gerais, em parceria com a prefeitura local. Com a inauguração do espaço, chegam também atividades gratuitas a serem oferecidas à comunidade da região. O Ministério da Cultura investiu R$ 2,02 milhões no centro. O CEU de Governador Valadares se une a outros 18 já inaugurados em Minas Gerais. São escolhidos para instalação dos CEUs territórios de alta vulnerabilidade social.

O CEU de Governador Valadares está instalado em uma estrutura de três mil metros quadrados, que inclui dois edifícios multiuso, dispostos numa praça de esportes e lazer; salas multiuso; biblioteca; telecentro; cineteatro/auditório com 60 lugares; quadra poliesportiva coberta; pista de skate; equipamentos de ginástica; playground e pista de caminhada, além de um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

Ao ser inserido na comunidade, o centro promove benefícios como a ampliação do acesso a direitos sociais, impulsionando a formação de grupos e aumentando as possibilidades de interação, criação de vínculos, troca de saberes e conversas.


São Paulo: veja o que funciona dia 20, feriado

Veja como será o funcionamento dos principais órgãos estaduais no feriado da Consciência Negra, celebrado nesta segunda-feira (20). 

Matéria de Francisco Martins com os
escritores negros Luiz Gama, Cruz e Souza
Nesta segunda-feira (20) é celebrado o feriado da Consciência Negra no Brasil. Por conta disso, alguns serviços públicos estarão fechados e outros terão alteração na grade de funcionamento. Confira como fica o atendimento dos órgãos e programe-se:

Alguns postos do Poupatempo estarão fechados nesta segunda-feira (20), são eles: Andradina, Araraquara, Araras, Araçatuba, Barretos, Bragança Paulista, Caieiras, Campinas Centro, Campinas Shopping, Caraguatatuba, Carapicuíba, Cidade Ademar, Diadema, Franca, Guarujá, Guarulhos, Itaquaquecetuba, Itaquera, Itu, Jahu, Jundiaí, Lapa, Limeira, Mauá, Mogi Guaçu, Piracicaba, Rio Claro, Santo Amaro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, Sorocaba, Suzano, São José do Rio Preto, São João da Boa Vista, Sé e Unidade Móvel. Os demais postos, que não estão na lista, funcionarão em horário habitual.

O atendimento à população e os serviços de agendamento retornam em todas as unidades na terça-feira (16). Para garantir comodidade, os atendimentos devem sempre ser agendados.  SÃO PAULO DESTAQUE

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

"exposição-processo"

Sede da presidência do Brasil até a transferência da capital federal para Brasília (1960) e palco de capítulos controversos da história republicana brasileira, como o suicídio de Getúlio Vargas, o Palácio do Catete, no Rio de Janeiro (RJ), é local privilegiado para celebrar e refletir sobre a Proclamação e toda a história que se seguiu à instauração de uma república federativa presidencialista no Brasil.

Os paradoxos, ambiguidades, embates e polêmicas gestados nessa trajetória são o foco da exposição "Gabinete republicano de histórias controversas, não ditas e mal ditas", que o Museu da República abre ao público com conteúdo integral nesta quarta-feira (15), feriado da Proclamação da República. Mostra tem como ponto de partida duas salas do museu. 

A primeira sala da exposição, que ficará em cartaz até o final de 2018, aborda as controvérsias e crises dos dez primeiros anos da República, com enfoque no golpe que derrubou a monarquia e nas grandes revoltas do período, como as revoltas da Armada e de Canudos.

A segunda sala trata do descompasso entre o projeto europeizante das elites brasileiras do início do século XX com a realidade do país, abordando também o tema do racismo e preconceito, além da ambígua figura de Getúlio Vargas. Já a terceira sala mostra diversas questões controversas do período de 1960 até a atualidade: a construção de Brasília, o golpe de 1964, a redemocratização, a constituinte de 1988, os movimentos sociais e os impeachments.

A quarta e última sala da exposição faz um apanhado da mostra e estimula a reflexão para o futuro próximo do Brasil. Com destaque para mais um ineditismo: pela primeira vez desde 1889, o projeto iconográfico original daquela que viria a ser a atual bandeira do Brasil será exposto ao público.

Serviço

Museu da República
Endereço: Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2127-0324
Horários: Terça a sexta, das 10h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Mostra Brasil em Transe

Começa nesta quinta-feira (16), na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, a mostra Brasil em Transe. 

Até o dia 26 de novembro, serão exibidos nove longas-metragens produzidos entre 1964 e 1977 e realizadas duas mesas-redondas, nas quais serão debatidos o filme Terra em Transe (1968), de Glauber Rocha, e o chamado Cinema de Invenção, que produziu, no final da década de 1960 e início dos anos 1970, uma visão vertical da realidade brasileira, construindo uma das mais originais e criativas filmografias do cinema nacional.

Além de Terra em Transe, também serão exibidos, com entrada franca, os longas A Margem (1967), de Ozualdo Candeias; O Desafio (1964), de Paulo César Saraceni; O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sgarzela; Os Herdeiros (1969), de Cacá Diegues; Hitler Terceiro Mundo (1968), de José Agripino de Paula; Bang-bang (1969), de Andrea Tonacci; Sem essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla; e O Vampiro da Cinemateca (1977), de Jairo Ferreira.

A mostra está sendo promovida pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Cinemateca Brasileira, e pela Sociedade Amigos da Cinemateca, responsável pela coordenação. A curadoria é do teórico e professor de cinema brasileiro Ismail Xavier.

Serviço

Mostra Brasil em Transe
De 16 a 26 de novembro
Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – São Paulo (SP)
Entrada franca