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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Morre Peter Vaughan, de "Games of the Thrones"

O ator britânico Peter Vaughan, ficou bem conhecido pelo seu papel na série  "Game of the Thrones", morreu esta terça-feira, 6 de dezembro, aos 93 anos.

"Isto serve para confirmar que, tristemente, Peter Vaughan morreu por volta das 10h30 esta manhã. Morreu pacificamente rodeado pela família", revelou a agente do ator, Sally Long-Innes, em comunicado.

Em "A Guerra dos Tronos", o ator vestia a pele de Aemon, mestre da Patrulha da Noite e um dos últimos membros do clã Targaryen. Vaughan era também conhecido por ter participado na série “Porridge” e em filmes como "Um Marido Ideal" e "Cães de Palha".

Com uma carreira com mais de 75 anos em teatro, televisão e cinema, o ator britânico trabalhou ao lado de nomes como Anthony Hopkins, Frank Sinatra ou Ronnie Barker.

Peter Vaughan coemçou na televisão britânica, atuando em séries como "Citizen Smith" (1977-1980), "Chancer" (1990-1991), "Our friends in the North" (1996) e, mais recentemente, "Silk" (2011). 

No cinema 

Vaughan também atuou no cinema. A estreia foi em "Os 39 degraus", um remake de 1959 do clássico de Alfred Hitchcock. Ele dividiu as telas com nomes como Frank Sinatra (em "O serviço secreto em ação", de 1967), os então jovens Meryl Streep e Jeremy Irons ("A mulher do tenente francês", de 1981) e Anthony Hopkins ("Vestígios do dia", de 1993, em que interpretou o pai de Hopkins). Vaughan esteve ainda no elogiado "Brazil: O filme" (1985), de Terry Gilliam.

exposição Doutor Ulysses, Senhor Brasil

A Fundação Biblioteca Nacional abre a exposição Doutor Ulysses, Senhor Brasil, em homenagem aos 100 anos de nascimento de um dos políticos mais importantes e carismáticos do Brasil.  

A exposição mostra a trajetória do saudoso Senhor Constituição em cinco módulos e ocupará dois andares. O hall central, no térreo, abrigará, por meio de imagens debruçadas sobre os alambrados, as multidões que foram às ruas lutar pelas Diretas Já. 

O primeiro módulo trata dos primeiros mandatos de Ulysses como deputado, ascendendo à presidência da Câmara em 1956, apenas seis anos após sua primeira eleição, e culmina na sua atuação pós 1964. Logo em seguida, no segundo módulo, aparece o Senhor Diretas: a sua luta pelas eleições diretas para a Presidência da República e a articulação política para a eleição de Tancredo Neves e os esforços empreendidos para a sustentação do governo de José Sarney. 

O terceiro módulo, de maior destaque, narra o Ulysses Guimarães constituinte. Presidindo a assembleia que resultou na Constituição Cidadã de 1988, o deputado deu mostras de um rigor democrático ímpar na condução dos trabalhos.  

O módulo quatro da exposição relembra a dura campanha do deputado para presidente, em 1989, refletindo que, embora Ulysses tivesse passado por um momento difícil, "renasceu" em seguida. No quinto e último módulo, o Senhor Constituição converte-se em Senhor Impeachment.

Serviço

Exposição Doutor Ulysses, Senhor Brasil
Abertura: 6 de dezembro
Exposição: 7 de dezembro a 6 de fevereiro
Horário: 2ª a 6ª das 10h às 17h
Sábados das 10h30 às 14h30
Local: Fundação Biblioteca Nacional - Av. Rio Branco, 219 - Rio de Janeiro

Marco Aurélio Mello: o tiro saiu ela culatra

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, trabalhando em prol do partido Rede e de seu amigo íntimo, o parlamentar Daniel sarmento, concedeu na segunda-feira, 5, liminar afastando Renan Calheiros, da presidência do Senado. Renan e mesa do Senado resolveram não acatar a medida do cabo eleitoral do partido Rede, Marco Aurélio Mello. 

Nesta quarta-feira, 7, todos os holofotes estavam voltados ao STF uma vez que, a atitude de Marco Aurélio Mello colocava em jogo não somente o poder de Calheiros, mas a votação de medidas primordiais ao País. "Amanhã, sem dúvida Renan Calheiros sofrerá acachapante derrota no STF", disse o ministro falastrão Mello.  Não foi o que aconteceu. A presidenta do STF, ministra Carmen Lúcia, conduziu a votação com serenidade e o resultado, Calheiros venceu por 6 votos a 3. Apenas Renan fica afastado da linha sucessória da presidência da República. Demais, mantém-se no cargo de presidente do Senado. 

Realmente a Lei de Murphy parece existir. Toda arrogância maquiavélica na face e voz do ministro do STF Marco Aurélio Mello em suas entrevistas, não surtiu o efeito que ele precisa para seu cliente, o partido Rede. Ou seja, o tiro saiu pela culatra. Vai tomando ministro. 

Aliás, o que o Renan e à Mesa do Senado fizeram, é exatamente o que todo cidadão deveria fazer: não reconhecer, não aceitar nenhum decisão de um judiciário fascista como o brasileiro. Quem disse: Decisão judiciária não se discute, acata, é um puxa saco. Deve ter sido dita por um deles mesmos para intimidar os cidadãos. (Francisco Martins). 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

57ª Bienal Internacional de Arte de Veneza

A Fundação Bienal de São Paulo nomeou Jochen Volz como o curador da participação oficial brasileira na 57ª Bienal Internacional de Arte de Veneza (Itália), que será realizada de 13 de maio a 26 de novembro de 2017.
Jochen Volz

Jochen Volz (1971, Braunschweig, Alemanha – vive em São Paulo) foi também o curador da 32ª Bienal de São Paulo (7 de setembro a 11 de dezembro de 2016). O crítico de arte dirigiu ainda a programação da Serpentine Galleries em Londres e atuou como diretor artístico do Instituto Inhotim. Foi curador do Portikus, em Frankfurt, cocurador da mostra internacional da 53ª Bienal de Veneza (2009) e da 1ª Aichi Triennial, em Nagoya (2010) e curador convidado da 27ª Bienal de São Paulo (2006).

Sobre a participação brasileira na Bienal de Veneza

O pavilhão do Brasil, construído em 1964, é o espaço no qual o próprio país escolhe e expõe artistas que a cada nova edição o representam. Desde 1995, a responsabilidade por essa escolha foi outorgada pelo governo Brasileiro à Fundação Bienal de São Paulo, a segunda mais antiga no gênero em todo o mundo. 
A partir da mesma data, as participações brasileiras no evento são organizadas em colaboração conjunta entre o Ministério das Relações Exteriores - mantenedor do pavilhão brasileiro -, o Ministério da Cultura – por meio do aporte de recursos da Fundação Nacional de Artes (Funarte) - e a Fundação Bienal de São Paulo - responsável pela escolha do curador e produção das mostras.

Participação do Brasil na 57ª Esposizione Internazionale d'Arte – la Biennale di Venezia

de 13 de maio a 26 de novembro de 2017 

Comissário: Luis Terepins, Presidente da Fundação Bienal de São Paulo
Curador: Jochen Volz
Local: Pavilhão do Brasil Endereço: Giardini Castello, Padiglione Brasile, 30122 Veneza, Itália
Curador geral da 57. Esposizione Internazionale d'Arte – la Biennale di Venezia: Christine Macel

Senadores não entregam Renan oa STF

Senado Federal não entrega seu presidente, Renan Calheiros, aos urubus fascistas do STF, decisão tomada na segunda-feira,5.

Depois de seis horas de espera pelo presidente do Senado, o pau mandado chamado de Oficial de Justiça, recebeu um não como resposta e voltou ao seu covil sem à presa que alvejara o ministro do STF Marco Aurélio Mello. " A verdade é que Marco Aurélio Mello treme na alma quando ouve falar em redução de seus salários", disse Renan. 

Formada pelo presidente da Casa, dois vices-presidentes, quatro secretários e suplentes, a mesa diretora não desafiou, disse um não aos desmando do STF e do Judiciário, que faz o que bem entende com os cidadãos brasileiros. 

Por essas e outras que é preciso aprovar com urgência a PEC Contra Abuso de Poder dos magistrados e assecla. Basta. Os recados enviados das ruas serviram de inspiração ao ministro Mello. Pois ministro, o recado também é para reduzir seus altos salários, tenha esta sensibilidade também junto com seus colegas. 


Não é justo que o judiciário entre  nesta de invadir poderes. Já não lhe basta o judiciário nacional? A ação da mesa do senado foi justa e digna de aplauso. Amanhã, Calheiros pode até ser afastado, mas sua coragem de não se curvar aos fascista cuja imprensa já judicializaram, será seguida por homens de verdade. 

Renan Calheiros tornou-se réu pelo crime de peculato, onde teria usado dinheiro público para pagar pensão de uma filha que teve fora do casamento. Assim, sendo réu, ele não poderia se manter na presidência do Senado, haja vista que está na linha sucessória. Ou seja, caso o presidente da república viaje, ele viria a assumir. 

Estátua de premiê em Tel Aviv causa polêmica cultural

TEL AVIV  (ISRAEL) - Estátua dourada do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, montada em uma praça de Tel Aviv chamada de "Rei Bibi" pela artista e ativista que a criou, vem causou espanto nos transeuntes e repúdio do Ministério da Cultura do país.


O governo israelense e artistas estão enredados em uma "guerra cultural" por conta de medidas adotadas pela ministra da Cultura, Miri Regev, para reter fundos estatais a instituições que não expressam lealdade ao Estado. Postando no Facebook depois de a escultura ter sido instalada, Regev a classificou como uma "expressão de ódio contra Netanyahu".

As pessoas que por lá passavem indo ao trabalho, logo se aglomeraram para tirar fotos e debater se a estátua deveria ser vista como um deboche de Netanyahu ou uma homenagem ao premiê direitista. "Bibi" é uma mulher que se curvou de brincadeira diante da efígie, que Zalait disse ter levado três meses para esculpir.

Netanyahu e sua esposa, Sara, foram alvo de investigações e manchetes frequentes questionando se fundos estatais foram utilizados para manter o que críticas denunciam como um estilo de vida suntuoso.